Cavalheiro das rosas vermelhas
Através de contos e columbinas
Sei que excitou a voz de Eternia
Por isso me entrego sem resistência
Aos seus calorosos braços de amante
Únicos capazes de embriagar a razão
Mas feito Casanova das tabernas
Não se atreva a fugir destas torres
Em busca de novos calabouços
Pois acabamos de atingir o êxtase
Em irresponsável clímax amoroso
Gerando uma linda flor perfumosa
Criou-se na lua das marés de Iemanjá
Um pequeno gérmen de asas de fogo
Que estás aprisionado em meu ventre
E da união destes frutos proibidos
Nascerá a princesa dos cravos negros Conhecida por Jasmin das Ciganas
Autor: Eriol |